Jean-Michel Basquiat (1960-1988): da paixão à compulsão pela pintura


Em sua carreira curta, porém intensa, Jean-Michel Basquiat causou o suficiente para se tornar um ícone pop americano da arte neo-expressionista e do grafite, além de músico. Excêntrico e singular, pintava enquanto vestia caros ternos Armani, manchando os trajes com respingo de tinta.

Basquiat antes da fama

A criança Jean-Michel era precoce e cheia de genialidade. Aos quatro anos, lia e escrevia. Aos onze, era fluente em inglês, francês e espanhol. Muitos dizem que ele nasceu pobre, porém sua família era de classe média. Nascido no Brooklyn, seu pai era haitiano e sua mãe, porto-riquenha. Era ela quem incentivava Basquiat a desenhar e a apreciar arte, levando-o a museus. Enquanto isso, a grande coleção de discos de jazz do pai impactou o gosto do filho por música.

Como todo artista, Basquiat sofreu influência de diversos episódios de sua vida em sua produção artística. Um caso curioso é o de quando ele foi atropelado ainda criança no Brooklyn. Ele quebrou o braço e teve que retirar o baço. Passou muito tempo em recuperação. Foi quando sua mãe lhe deu um livro de anatomia, cujo conteúdo influenciou suas obras por muitos anos.

Aos quinze, fugiu de casa e viveu por uns dias em um parque público. Foi preso e teve que voltar a morar com seu pai. Rebelde, abandonou a escola e o pai o expulsou de casa. O jovem foi viver com amigos e ganhar algum dinheiro para viver vendendo camisetas e cartões postais.

Old Cars (1981). Uma de suas primeiras telas mostra carrinhos desenhados como se fosse uma criança, demonstrando um traço rápido e quase animado. A tela parece uma pequena tira de quadrinhos, como onomatopeias e grafismos.

SAMO is dead

Na década de 70, Basquiat usava a assinatura SAMO em grafites que fazia em prédios na região de Lower Manhattan. Neste período, ganhou notoriedade no grafite. Gravava poemas e epigramas junto com Al Diaz, nos metrôs e em outras áreas de Manhattan, o que atraiu a atenção da mídia.

SAMO era a abreviação de “same old” que, por sua vez, era a abreviação de “the same old shit” (algo como “a mesma merda de sempre”). A expressão veio de uma piada interna entre ele e Al Diaz.

Seu grafite marcou a cena artística militante de classe e LGBT nos EUA. No início dos anos 80 resolveu abandonar o codinome, realizando a intervenção “SAMO is dead” (Samo está morto) ao grafitar a frase em muros, o que foi considerado um marco na história da arte norte-americana.

Inscrição “Samo is dead” em parede em Nova Yorque. Fonte: Arthive

Basquiat desponta

Ainda no início dos anos 80, o artista começou a fazer suas primeiras aparições em redes nacionais. Basquiat apareceu na televisão na TV Party, um programa nova-iorquino no qual figuraram também personalidades como os músicos Iggy Pop e Debbie Harry.

Por falar em Debbie, vocalista da banda Blondie, foi ela quem fez a primeira compra de uma das obras de Basquiat por US$ 200. Ele também fez uma aparição no videoclipe “Rapture” da banda.

Ainda no mundo da música, participou da composição de uma banda de rock chamada “Grey”, apresentando-se em toda a cidade de Nova York. Outro amigo e apreciador de sua arte é ninguém menos que David Bowie.

Basquiat apareceu na capa da New York Times Magazine em 1986. De festa em festa, encontrou Andy Warhol, considerado o mais influente artista da pop-art americana. E surgiria ali uma amizade bem diferente.

Contracultura e Andy Warhol

Inspirado por Warhol, Basquiat estrelou um filme independente chamado Downtown 81. Conhecido como um artista da contracultura, desenvolveu amizade com outros artistas e celebridades desta cena. O mix de suas características - negro, dreads bagunçados, ternos caros e muita cocaína – tornou-o uma figura emblemática. Ganhou muito dinheiro nesta época e ficou cada vez mais excêntrico, porém nunca esqueceu suas origens. Basquiat jamais diminuiu o tom de voz nas críticas políticas e à sociedade da época.

Aprofundou cada vez mais o seu convívio com Andy. Diziam que a relação entre os dois era uma troca natural de benefícios: Basquiat pegou certa carona na fama de Andy, ao passo que Warhol, mais velho, ganhou um certo sangue novo com a rebeldia de Basquiat. Eles compuseram diversas obras em conjunto.

Havia também a especulação. Eram tão próximos que falavam que poderiam ser um casal. Porém, Basquiat assumiu diversas namoradas. Outra sugestão da imprensa era de que Basquiat fora “adotado” por Andy ou que ele seria uma espécie de “mascote” do artista mais velho. Eles se afastaram. Mesmo assim, após a morte de Andy, em 1987, o vício de Basquiat em heroína se intensificou e o artista tornou-se cada vez mais isolado.

Pintura sem título chamada de “Two Dogs” (1984). Fonte: Arthive

No ano da pintura Two Dogs, Basquiat já era muito conhecido. A pintura já não era bem um instrumento de comunicação da juventude artística nos EUA. Neste período, saía de cena o expressionismo abstrato, que começava a se tornar mais colorido e baseado em figuras do cotidiano. Esta foi a chegada da pop-art. Mesmo seu colega Warhol, gênio da pop-art, saía às vezes da pintura para utilizar outras técnicas como a serigrafia. A intenção era fazer a imagem parecer mais padronizada e não um desenho de um ateliê. Por isso, Warhol chamava de “Fábrica” o local onde produzia com Basquiat.

A tela acima com os dois cachorrinhos vira-latas do artista é uma destas produções conjuntas. Basquiat não era um assistente, como alguns sugeriam. Ambos faziam juntos a composição. Produziram muitas obras desta forma. Porém Andy, já um senhor, evitava o trabalho braçal. E, sim, ele tinha assistentes para fazê-lo.

Madonna

Vênus VS. Madonna. Fonte: Pinterest

Madonna foi uma das namoradas de Basquiat e ambos chegaram a dividir o mesmo espaço na casa de Larry Gagosian. Porém, Basquiat estava comprometido com Suzanne Mallouk. Ela descobriu o caso e brigou com Madonna. A partir do episódio, Basquiat, demonstrando sua compulsão por registrar na arte aquilo que acontecia em seu redor, compôs Vênus VS. Madonna.

Vício e compulsão

Embora fosse um artista de sucesso, Basquiat tornou-se viciado em heroína e, após a morte de seu amigo Andy Warhol em 1987, seu vício tornou-se ainda pior. Tornou-se cada vez mais isolado, e morreu de overdose de heroína em 1988.

Posteriormente, muitas exposições de seus trabalhos foram realizadas, e biopics, livros, coleções de poemas e longas-metragens foram todos inspirados por seu trabalho e vida. Exposições em diversas capitais valorizaram sua produção. Em 2017, uma tela do artista (Sem título,1982), arrecadou mais de US$ 110 milhões em um leilão. Foi, na época, a obra de arte norte-americana mais cara já vendida.

Sem título (1982). Fonte: G1

Sua arte e influências

Os anos de 1982 a 1985 foram os mais expressivos na carreira do artista. As obras “Tuxedo” (1982) e “Gold Griot” (1984) trazem um olhar da vida moderna com uma crítica bem expressa. Estas telas refletem a luta da pessoa que vai contra o racismo e o preconceito de classe vigentes na época.

“Tuxedo” (1982). Fonte: Pinterest

“Gold Griot” (1984). Fonte: WikiArt

O grito de Basquiat é o grito de alguém que percebeu e se incomodou com uma realidade: a de viver às margens da sociedade. Na arte, conseguiu fazer com que as classes consideradas superiores consumissem sua obra e levassem o recado para suas casas.

O artista negro quebrou os padrões de uma arte até então feita nos EUA por, predominantemente, homens brancos. Basquiat questionou o contexto social e a vida da juventude negra de sua época. Disse, certa vez: “eu percebi que não via muitas pinturas com pessoas negras”.

Sua genialidade e curiosidade precoces fizeram com que ele absorvesse diversos insights vindos da história da arte e soubesse como sintetizar tudo isso em um estilo próprio e sintonizado com seu tempo e espaço.

Basquiat era um artista em total dinamismo. Tudo ao seu redor era inspiração para sua arte. Além das obras primas, o artista produziu diversos esboços criativos sobre as mais variadas situações, documentando várias passagens de sua vida. Ele também era compulsivo pela produção artística. Pintava várias telas ao mesmo tempo, chegando a pintar vinte em três semanas. Além disso, produzia suas obras nas próprias cidades onde faria exposição. Ele nunca levava as telas de Nova York para fora.

Coroa e últimos anos de Basquiat

Black e Jazz (1986). Fonte: myartguides.com

díptico (como é chamado um conjunto de duas telas) Black e Jazz reúne características dos últimos anos de carreira de Basquiat. Comparadas às primeiras obras do artista, suas últimas telas mostram uma perda de velocidade. Aquela mistura de informação, disposta de maneira caótica, já está mais concreta e dosada.

Do mesmo modo, a superfície plana já não é o bastante. Há algum tempo o artista já vinha trazendo outros materiais à tela. Nestas telas com base de madeira, Basquiat traz uma assemblage que aumentou seu campo de criação. São várias as superfícies para trabalhar. A variedade de volumes faz parte da expressão e composição artística.

A coroa dourada presente nas obras era como uma assinatura de Basquiat, uma marca. Além disso, era um símbolo da própria Nova York na época. A figura era usada por diversos artistas de rua.

Nos últimos anos de vida e, principalmente, após a morte de Andy Warhol, conforme já dito aqui, Basquiat intensificou o uso de drogas. Sua morte foi por overdose de heroína, em Manhattan, aos 27 anos de idade.

Seu legado para o mundo da arte é imensurável. Sua arte irreverente, expressiva e até mesmo incômoda, influencia artistas até os dias de hoje no mundo todo. Não é consenso se a rápida ascensão e fama deixaram o jovem Basquiat vulnerável. O que se sabe é que o mercado artístico deixa os artistas tão maravilhados quanto pressionados.

Saiba mais:

Site oficial do artista: http://basquiat.com/

Filme autobiográfico: Basquiat - Traços de uma Vida


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1 comentário

10/05/2019 00:24

Acho muito inspiradora a história de trabalho e parceria de Basquiat e Andy Warhol.

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70,00 x 90,00 x 0,10 cm
Óleo sobre tela

USD 1.740,00

Paulo Apodonepá

Banco Indígena Tamanduá - etnia Umutina

24,00 x 64,00 x 20,00 cm
animal esculpido em madeira cedro

USD 1.125,00

Marilene Zancchett

Série Diálogos visuais

70,00 x 70,00 x 0,10 cm
Óleo sobre tela

USD 1.985,00

Malu Brandão

Ipê amarelo

100,00 x 70,00 x 0,10 cm
Acrílica sobre tela

USD 1.080,00

Angelita Cardoso

Cabeça de mulher

37,00 x 23,00 x 22,00 cm
Cerâmica em alta temperatura

USD 1.385,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 995,00

Marco Rocha

Sem Título #6

200,00 x 65,00 x 47,00 cm
Mármore Branco Paraná

USD 10.695,00

Luigi Di Mauro

Shaping new horizons

90,00 x 60,00 x 0,10 cm
Acrílica sobre painel

USD 1.070,00

Lavalle

Deriva 11

21,00 x 27,00 x 0,00 cm


USD 330,00

Carolina Kroff

Sobreposições #191

190,00 x 255,00 x 8,00 cm
Tapeçaria de parede com sobreposições de camadas, em fios de algodão tingidos.

USD 8.925,00

Marcelo Rebelo de Souza

Sem Título

120,00 x 120,00 x 0,50 cm
Acrílica sobre tela

USD 3.075,00

Adriana Queiroz

Cutâneo I

120,00 x 80,00 x 0,10 cm
Fotografia digital papel Photo Matt Fibre Tiragem 10

USD 830,00