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Olá! Você está prestes a embarcar rumo a águas profundas da beleza exótica e exuberante da arte brasileira. Apreciador iniciante ou colecionador experiente, queremos ...leia maisconvidá-lo a navegar conosco para explorar as nuances das artes visuais produzidas em nosso País. Aqui você terá uma experiência sensorial completa: ela começa na esfera mais humana, relacionada à história de cada um de nossos artistas, seus sentimentos e reflexões de mundo; e vai até à mais racional, que tem a ver com a história da arte, contextos e referências e nomes consagrados que marcaram movimentos culturais. Com isso, queremos quebrar a assimetria de informações, ainda tão presente nesse mercado, de forma que você se sinta seguro em tomar essa importante decisão de investimento. Embarque com a gente nesse passeio artístico que irá ecoar no seu coração e nutrir a sua alma!

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Conheça nossos artistas, seu trabalho e suas histórias. Acesse a página de portfólio individual de cada um deles e veja as obras, analise, aprofunde-se na história...
Gilberto Junior
Um desejo instintivo de prover voz às culturas tradicionais silenciadas. Uma busca incessante de ampliar a visibilidade de corpos negros e indígenas, cada vez mais realistas. O artista Gilberto Junior tira inspiração da sua história de vida e de seu imaginário. São memórias inventadas que costuram as lembranças que não puderam ser guardadas e que agora são resgatadas por meio da arte decolonial. Foram essas descobertas que levaram Gilberto ao encontro natural da técnica com tintas de terra. Para ele, produzir o próprio material vai além de um simples processo de criação. Trata-se de um vínculo especial com sua arte.
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Txai Costa
O trabalho de Txai Costa se encaixa naquilo que é chamado de fotografia etnográfica. Não é um movimento artístico em si, mas uma forma de entender esse tipo de fotografia que aborda as culturas e as pessoas de um lugar.Txai aprendeu a pedir licença para entrar na casa das pessoas, ouvir suas histórias e, quando possível, fotografá-las. O fotógrafo está sempre procurando evoluir e aprimorar seus ensaios e se encaixa no que a tirinha de Calvin e Haroldo contou: “a maturidade é pra sempre”...
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David José
Formas que flutuam, giram, escapam para fora da tela. Cores que provocam contrastes e diferentes níveis de iluminação, e nos fazem enxergar diversos cenários e possibilidades. Uma combinação entre a arte óptica e geométrica marcam o trabalho de David José. Nasceu na década de 90, em São Paulo, momento no qual o abstracionismo tomava conta do mundo das artes. Mas, não foi um movimento que o artista se identificou. Gostava mais da arte objetiva. Nesse estilo, o homem não tem nada para jogar fora...
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André Brik
Por meio da observação das formas e cores dos objetos cotidianos - naturezas-mortas - o artista e ilustrador André Brik encontra a matéria essencial das suas criações. O resultado são figuras estilizadas em elementos geométricos básicos, que ganham um novo significado visual. Suas composições de cores vivas e contrastantes possuem uma ironia sutil e senso de humor refinado. De acordo com André, influências encontradas no teatro do absurdo, do humor nonsense britânico mas, acima de tudo, do humor brasileiro "que consiste em rir do seu próprio destino".
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Evandro Karvat
Evandro Karvat provoca reflexões quanto à fragilidade da vida por meio de suas pintuas de animais da fauna brasileira que correm risco de extinção, como o cervo-do-pantanal, mico-leão-dourado, arara-azul, tucano e gato-maracajá. Ao entrarmos no universo animal de Karvat, somos arrebatados pelas cores que gritam e prevalecem antes da forma. São cores arrastadas que formam figuras. De perto, abstratas. De longe, figurativas.
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Carol Peso
Um novo olhar acerca de aspectos cotidianos que fazem parte da vivência de citadina. Elementos como vestígios de obras, fiações elétricas, equipamentos de sinalização e faixa de pedestres, que antes passariam desapercebidos em meio aos caos metropolitano, alcançam um significado mais aprofundado pela perspectiva da artista mineira Carol Peso. Segundo ela, cenas de grandes centros urbanos, aparentemente banais, ganham potência: desvelam o anonimato das coisas, trazem fragmentos de volta à vista, como se fossem “as linhas de uma tessitura invisível das nossas cidades”.
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Maria Cheung
Nascida em Hong Kong e radicada no Brasil desde a infância, Maria Cheung desenvolve sua trajetória artística revisitando suas origens culturais. Sua busca incessante por resgatar suas raízes e até sua própria identidade retoma o que foi deixado para trás. “Aos sete anos de idade, quando cheguei ao Brasil, tive que negar a minha cultura para ser aceita na nova sociedade”, relata. Cheung explora intensas imagens de costumes e memórias pessoais. A cerâmica é a matéria prima central de seu trabalho mas há de se notar também as dimensões monumentais de suas instalações...
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Fernando Naviskas
Se, para alguns, o caminho artístico é percorrido numa completa escuridão, para outros, como Fernando Naviskas, ele é iluminado por faróis de inspiração. Isso porque as referências que nortearam sua trajetória são os grandes nomes do impressionismo: os franceses Claude Monet, Édouard Manet, Pierre-Auguste Renoir, entre outros. E, principalmente, o movimento em si, conhecido por romper com o tradicional uso de luz artificial e iniciar uma onda de pinturas ao ar livre, favorecendo a luz natural.
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Juliano Volpato
Brasileiro, natural de São Paulo, o escultor Juliano Volpato graduou-se em Geologia, mas dedica-se à escultura desde a adolescência, quando tomou suas primeiras aulas de modelagem. Recentemente, ele aprendeu a técnica do entalhe em madeira e tem desenvolvido trabalhos figurativos, marcados pelo jogo entre mimese e distorção. Por sua disponibilidade e sustentabilidade, o artista utiliza a madeira de reuso, proveniente de demolição e poda urbana, trabalhando-a com ferramentas manuais na produção de peças únicas.
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Carolina Kroff
Nascida em São Gonçalo, Rio de Janeiro, Carolina Kroff já possuía criatividade correndo em suas veias, por isso, durante a adolescência aprendeu sobre História da arte, Construção Civil e desenho. Assim, somou conhecimentos técnicos com seu vasto imaginário, para se aventurar no mundo das criações. Precursora do movimento "Tapeçarias Contemporâneas de Parede", no Brasil, a artista tem trabalhado para mostrar ao mundo que as peças artesanais podem ser, sim, uma opção para complementar um lar. Que, além da elegância, as obras têxteis trazem consigo o despertar, não só das emoções, como também dos sentidos.
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Leoni Antequera
Formado em Artes Visuais pela Universidade Mayor de San Andrés, em La Paz, Bolívia, Leoni Antequera trabalha exclusivamente com produção artística há 25 anos. Apaixonado por viajar e explorar novos lugares e culturas, ele percorreu, sem saber, seu próprio caminho do Peabiru ao longo dos últimos anos, passando por Moçambique, Uruguai, Chile, Argentina, Peru e, atualmente, São Paulo. Foi nessa cidade que descobriu a conexão de sua jornada com essa rota ancestral.
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Antonio Peregrino
Antonio Peregrino enxerga a fotografia como uma forma de compartilhar a essência e grandiosidade do mundo com as outras pessoas. Por isso, a câmera dele está sempre voltada para as minúcias das paisagens naturais. O vínculo do pernambucano com suas raízes o levaram por viagens e andanças pelo sertão. Lá, ele vivenciou e experimentou emoções que deseja transmitir por meio de suas coleções.
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Marcos Marcolla
Nascido em Curitiba, Marcos Marcolla começou a fotografar aos 15 anos, quando ajudou seu pai com as fotos comerciais do trabalho. As fotografias do artista são desenvolvidas numa linha mais abstracionista. Pois, é focando nas partes essenciais do todo que ele consegue mostrar ao espectador sua perspectiva única sobre o mundo. Assim, inspirado pelos detalhes que cercam seu cotidiano, Marcolla aproxima-se dos seus objetos de interesse e captura inúmeras imagens. Que proporcionam ângulos, sombras e cores diferentes a cada nova foto.
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Alexandro Auler
É em meio a este cenário pleno de contrastes sociais, da favela da Rocinha, que o fotógrafo Alexandro Auler encontra a matéria prima essencial da sua criação. Apesar da poesia presente nas imagens da série de praia, as referências do fotojornalista Alexandro Auler são definitivamente documentais. Ele cita nomes como o fotógrafo humanista português radicado no Brasil, Juca Martins, que registrou as quatro últimas décadas da história brasileira; o fotojornalista galês Philip Jones Griffiths, conhecido por sua cobertura da Guerra do Vietnã.
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Irineo Albiero Filho
Antes de morar em São Paulo, o artista Irineo Albiero passou dois anos na cidade que nunca dorme - Nova York - cultivando sua apreciação pelo meio artístico. De volta ao Brasil, agora residindo na terra da garoa (SP), sentiu todas aquelas experiências fervilhando dentro de si. Atraído pela agitação que a cidade proporciona, acabou esquecendo-se dos transtornos que ela também pode provocar. Porém, com o tempo, Irineo compreendeu que as metrópoles acabam transformando a vida humana numa corrida intensa. Sua série São Paulo Delirante trata-se disso: a tentativa de se encaixar no movimento sem ser carregado por ele.
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Lorenna Barros
Lorenna Barros, de Goiás, esteve desde criança em contato com o ar livre e foi de lá que tirou inspiração para a criação da sua arte com borboletas e onde enxergou, em meio ao caos do mundo, o seu lugar seguro. A artista, que se identifica com o Fauvismo, gosta de cores que contrastam com a realidade, resgatando seu “eu” criança que era livre para colorir paisagens e objetos da forma que desejava, sem as barreiras mentais que a vida adulta construiu. Os fauvistas não se preocupavam tanto com a técnica, mas em como transmitir as expressões que pintavam - gostavam criassem suas próprias interpretações.
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Jeriel
Enquanto o mundo assiste a documentários sobre a importância da preservação da Floresta Amazônica com tamanho distanciamento do que significa viver esta realidade - algo que nem mesmo nós, brasileiros, somos capazes de transpor - um artista nascido em meio aos privilégios naturais dessa região vem nos conceder trechos do seu cotidiano em forma de “poesia pintada”. É a vida ribeirinha retratada em toda sua riqueza cultural, étnica e plural, com fauna e flora abundantes. Isso aliado a um povo de preponderante etnia indígena que inspiraram o artista a batizar seu estilo de "Pop Art Tucuju".
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Marcos de Sertânia
Oriundo de uma família de agricultores e artesãos que produziam utensílios domésticos e pequenas esculturas de boi, Marcos de Sertânia pertence a uma nova geração de mestres da arte popular brasileira que inova pela linguagem e estilo próprio. Usando a madeira como base de suas esculturas, o artista retrata a aflição provocada pela seca ao dar vida a cachorros esqueléticos permeados de dramaticidade e melancolia, que remetem à Baleia, do escritor Graciliano Ramos. “Vivi tudo que coloco no meu trabalho; sofri com a seca, ajudei minha mãe a carregar água na cabeça, meu pai era vaqueiro, já vi o gado morrer de fome”, relata.
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Israel Severo
O gaúcho Israel Severo gosta de ir na contramão do óbvio: encontrou na arte digital e surreal sua linguagem. Israel resgata do seu imaginário ideias "absurdas" e as aplica digitalmente nos pontos turísticos da sua cidade natal, Porto Alegre. É através da técnica Matte Painting, método de pintura manual muito usado no cinema para criação de cenários e ambientes, que Israel produz a ilusão de um lugar ficcional. Assim, o artista busca despertar emoções e novas percepções em seus espectadores.
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Tuca Ahlin
Nascida em São Paulo, Tuca Ahlin vem de uma família judia, com ascendência alemã e austríaca. Formada em dança e teatro, a artista foi ninada desde o berço pela diversidade cultural que cercava sua casa. Multiartista, ela não só dança, atua, desenvolve jóias como também é artista visual autodidata. Tuca encontrou sua poética no mar e no ondulante nadar das águas vivas. "A série Jelly Fish nasceu quando vi pela primeira vez uma água viva - da espécie Urtiga do Mar Negro - no aquário de Londres. As cores dela eram lindas: rosa e azul, mas foram os movimentos dos tentáculos que me fascinaram", conta ela.
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Fernando Calderari
Discípulo de Guido Viaro, Fernando Calderari ousou o abstracionismo numa sociedade ainda bastante conservadora e distante da vanguarda dos países europeus e dos Estados Unidos. Seu trabalho desde esta época fluía com naturalidade do mais tradicional para o expressionismo abstrato absolutamente contemporâneo sem causar choque algum. Ao contrário, Calderari impulsionaria o movimento de renovação nas artes plásticas do Paraná, conduzindo-o no sentido do expressionismo figurativo em substituição ao academismo.
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Angelita Cardoso
Nascida em São Paulo, Angelita Cardoso graduou-se em História, e em 2007 iniciou seus estudos de desenho. A artista encontrou sua poética - o sagrado feminino - após passar por um processo de cura e sair em busca do que há por trás do ser humano, seja ela a existência, psique ou alma. Ela domina múltiplas técnicas, por isso, de início a temática da mulher nasceu na forma de retratos em aquarela, depois em gravuras e mais recentemente, ela vem manuseando o barro e a argila para esculpir.
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RSTomczak
Um pintor do nosso tempo, cuja alma apaixonada de artista o mantém fiel às suas origens e influências culturais. Inabalável diante dos apelos da arte contemporânea, decididamente convicto das suas escolhas, tanto na temática quanto no estilo. Inspirado pelos grandes nomes da pintura paranaense como Alfredo Andersen e Guido Viaro, Renê Tomczak tem no impressionismo a base da sua arte. E nos moldes de trabalho essencialmente in loco destes artistas é que Renê elege o local de seu próximo registro pictórico. Estojo-cavalete sempre a postos...
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Lucas Ksenhuk
O artista Lucas Ksenhuk recebeu o Diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista aos dois anos. Durante a infância precisou lidar não só com suas próprias dificuldades, como comunicação, alimentação e sensibilidade; mas também com a incompreensão das pessoas, a distância que mantinham dele e o bullying que o perseguia de escola em escola. Ele conta que já não sabia mais o que fazer, mas, ao se ver capturado por uma aula de artes na escola, Lucas encontrou sua resposta. Ganhou do seu melhor amigo um caderno de desenho e, dos nove anos até hoje, vem criando incansavelmente.
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Juliana Bambini
Foi natural para Juliana Bambini unir sua formação em Desenho Industrial, e suas características como simplicidade e funcionalidade de objetos estéticamente bonitos; aos seus estudos aprofundados de pintura a óleo - as técnicas, possibilidades e a liberdade criativa. O resultado de sua síntese vai de degradês de tons pastéis - que lembram o limpo horizonte de uma tarde de primavera - a cores mais vibrantes de um pôr do sol de verão escaldante. O centro da emoção de suas telas, diz, está na parte esfumaçada de suas obras. Para ela, quanto menor o degradê, mais intensa é a cor e o sentimento.
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Brígida Campbell
Formada em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre e Doutora pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, a artista Brígida Campbell é fascinada pela multiplicidade urbana. Ela faz um mergulho sensível pelos espaços públicos para desvendar as camadas de cada local. E traz para seu trabalho uma paleta de cores quentes e vibrantes, destacando as questões sociais, políticas e ambientais que desenvolve com sua arte.
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Igor Gomes
Se parássemos para pensar qual é o ponto em comum nas obras do espanhol Salvador Dali, do belga René Magritte e do norte-americano Edward Hopper, cujos nomes o fotógrafo Igor Gomes cita como referências artísticas pessoais, seríamos quase obrigados a encontrar a solidão como resposta. Artistas de estilos e temáticas bastante distintas com uma obra marcada por suas representações da solidão na contemporaneidade viriam inevitavelmente a influenciar o olhar de Igor, fotógrafo autodidata que tem a metrópole como assunto principal.
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Bemgi
Um mergulho profundo pelas piscinas californianas de David Hockney despertou em nosso artista Bemgi o desejo de buscar canais de expressão em sua pintura. Inspirado pelos rebordos das piscinas e pela geometria das habitações de Los Angeles de Hockney, um dos maiores artistas britânicos dos últimos 50 anos, Bemgi utiliza-se das forças presentes no universo para dar contornos às suas criações. “Pintar elementos como água, terra, ar e fogo proporcionam experiências transformadoras que nos levam, através de um fio de liberdade, aos nossos pensamentos mais íntimos”.
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Mazé Mendes
A geometria dos signos urbanos transformariam as pinturas da artista Mazé Mendes em verdadeiros exercícios de abstração, estabelecendo um diálogo próximo com a produção de uma de suas maiores influências: a chinesa Helena Wong. O interesse pelas curvas da pincelada oriental e a busca pela síntese na cor e na imagem são traços essenciais da pintura de Mazé. Palavras, signos orientais, fragmentos de objetos indígenas e etnográficos, os grafismos e as impressões urbanas também são uma constante nos seus trabalhos.
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Frederico Morbach
“Não consigo imaginar um mundo que não seja desenhado, até porque tudo nele foi desenhado”, afirma o artista Frederico Morbach. Ele estudou os conceitos do crítico literário Ezra Pound, em seu livro ABC da Literatura, e converteu essas ideias acerca da literatura para a criação de artes visuais. Enquanto digeria as novidades dentro de si, visitou uma exposição no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). Lá, vivenciou uma experiência única e impactado pelo que viu e sentiu, Morbach chegou no seu ateliê, quebrou alguns vidros e, por acaso, nasceram suas monotipias.
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Mario Amaral
Depois de 30 anos no mercado corporativo, Mário Amaral despertou para seu verdadeiro caminho: o da arte. Hoje o fotógrafo vive uma espécie de reconstrução, aprendendo com as dificuldades que a vida de artista no Brasil impõe, mas com a certeza de que fez a escolha certa, de seguir criando. Seu trabalho busca evidenciar as faces poéticas da beleza, sutilezas e fragilidades que passam despercebidas. Por meio de composições abstratas e conceituais, Mário investiga a complexidade do psiquismo e das produções culturais humanas. Afinal, é dessas profundezas que se iniciam os processos de transformação.
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Tercília dos Santos
Aos 37 anos, numa noite de domingo, um episódio marcante transformaria a vida da artista Tercília dos Santos: ela sonhou com Jesus ainda criança. Ele, com 10 anos de idade, mostrava à ela quadros de vários lugares diferentes, em diversas cenas, e, surpreendentemente, quando acordou pela manhã ela se sentiu como se já soubesse pintar. Desde então, as pinceladas fortes da artista Naïf conduzem a cenas campestres essencialmente figurativas, repletas de personagens resgatados da sua memória afetiva, que renderam à Tercília uma série de reconhecimentos no Brasil e exterior.
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Patrícia Costa
Natural do Piauí, a artista Patrícia Costa não pôde evitar que a energia vibrante do nordeste brasileiro se manifestasse nas linhas, formas e cores do seu trabalho. Inspirada pela intensidade da sua terra natal e vivências cotidianas, ela trouxe significado para os tons que permeiam suas obras. Ela explora os próprios sentimentos para criar por meio da sua arte uma porta para o imaginário do espectador. E, por isso, permitiu que a "realidade e imaginação no encontro de linhas", - modo que ela chama seu processo criativo - ocorresse de diversas técnicas de produção.
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NEEHO
A serigrafia é a técnica eleita do artista Nelson Hohmann, por ser a mais versátil das formas de gravura ao proporcionar amplo potencial de recursos que só podem ser obtidos através deste meio. “A impressão em diversas superfícies, grandes formatos, reprodução por meio de seriação, possibilidade de uso da fotografia e a inserção da computação abrem perspectivas infinitas para sua utilização”, explica o artista que tem Andy Warhol como um dos nomes que mais o inspiraram. Hohmann trabalha com o acaso. Sua pesquisa na técnica serigráfica advém...
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Marilene Zancchett
Um vazio que preenche, pouco povoado por um colorido que acolhe. O uso mínimo de palavras, assim, simples e cheias de significado, parece ser a maneira mais coerente de representar de forma literária a Série Diálogos Visuais, de Marilene Zancchett. Mínimo: eis o x da questão quando o assunto é a criação da artista. Um mínimo que se traduz na pouca ocupação dos espaços em branco das telas, na definição abstrata e crua das figuras humanas, na ausência de emotividade de seus protagonistas, no uso tímido de cores secundárias.
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Adriana Queiroz
A fotógrafa Adriana Queiroz exercita seu olhar para enxergar as coisas da natureza que passam despercebidas e, assim, poder destacá-las para que outros tenham o privilégio de não apenas enxergar, mas sentir. Além das amplas paisagens, seu interesse se volta também para as minúcias. São os registros de detalhes sutis, como o encontro das linhas nos troncos das árvores, suas cores e texturas que a atraem. Algumas capturas da artista são tão focadas em partes específicas das paisagens que deixam a sensação de se olhar para uma fotografia abstrata.
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Cristina Loyola
O mundo do faz de conta é fundamental para o desenvolvimento infantil. Cristina Loyola defende a ideia há tempo e desenvolveu a série “Animais Baby” com isso em mente. Trazer a arte para esse ambiente é uma ideia que contribui para o lazer das crianças e com a formação da educação e cultura do futuro cidadão. As aquarelas trazem filhotes de diferentes animais inseridos na natureza que os contemplam. Assim, nos transportam para aquele instante e nos convidam a fantasiar a história por trás de cada pintura.
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Eduardo Baruch
Diversas histórias e personagens ganham vida dentro das pinturas do artista Eduardo Baruch. O imaginário do catarinense sempre esteve fervilhando de ideias, por isso, ao se inspirar com suas próprias vivências e emoções, ele conseguiu trazer ao mundo uma linguagem original. Baruch já participou da exposição na Cow Parade, mostrou seu trabalho no Carrousel do Louvre e na Bienal de Firenze.
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Rose Osório
Porto-alegrense de nascimento, a artista Rose Osório observa, atentamente, todas as camadas do mundo que a cerca para poder desvendá-lo através da sua arte. Assim, ela transforma qualquer cenário que a impacta de alguma forma em algo novo. Um universo paralelo cheio de vida, personagens e acontecimentos. Autora de inúmeras histórias mentais, Rose encontrou na pintura uma forma de compartilhar um pouco desses inéditos "mundos" com os espectadores. Osório deu início à sua pesquisa artística em 1990, quando conquistou reconhecimento como "Artista Revelação", prêmio Rio-Grandense de Artes Plásticas.
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Dulce Osinski
Dulce Osinski transita por assuntos variados que dizem respeito à sociedade contemporânea -- desde os falsos moralismos e o consumismo, à hipocrisia dos discursos com relação à violência e, mais especificamente, às armas de fogo. Mais recentemente, temas relacionados ao espaço geográfico que habitamos, à sua apropriação utilizando meios digitais. A natureza como idealização e construção humana, como os jardins, ou seja, uma natureza de ordem artificial. Suas motivações são as contradições do ser humano, expressas em seu pensamento, atitudes e obras.
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Péricles Mendes
O fotógrafo Péricles Mendes é Doutor na linha de pesquisa "Processos Criativos nas Artes Visuais", pela Escola de Belas Artes, na Universidade Federal da Bahia, com sua tese Epifanias: interfaces para paisagens ficcionais. O artista aproveitou sua infância cercado pelo mar da cidade de Itapuã, Salvador (BA) para construir cenas fotográficas que intercalam a paisagem natural com alguns objetos elaborados em ateliê. A vivência dele com o meio ambiente possibilitou o entendimento da fotografia como uma realidade mista.
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Rones Dumke
Influenciado por temas como metafísica, filosofia e teosofia, as criações do artista Rones Dumke parecem ser tentativas de descrever os fundamentos, as causas ou princípios, a estrutura básica. Suas obras remontam a doutrinas filosóficas, por vezes místicas e especulativas, que parecem buscar conhecimento da natureza da divindade e da origem e propósito do mundo. Do interesse pela tradição hermética e alquimia, Rones parece ter herdado a busca pela harmonia dos contrários. "Vejo a arte como um poema metafórico e ato intelectual que estabelece...
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Marco Rocha
Desde menino, Marco Rocha, escultor autodidata, teve fascínio pela Era Medieval. Ao longo dos anos, deixou sua criatividade rolar solta: encontrou sua linguagem na abstração de símbolos medievais, esculpidos em mármore, granito e basalto. “O que desperta meu interesse nesse período são as formas, machados, elmos e escudos. Tudo o que era forjado tem um design primoroso", detalha. O artista já participou de diversas exposições nacionais, como no parque Sapiens, no CCBB do Rio de Janeiro (RJ); e internacionais, no Chile, Uruguai e em uma série de galerias da Argentina.
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Paulo Apodonepá
As esculturas do indígena Paulo Apodonepá, de madeira cedro, revitalizada e típica da floresta, representam bichos pertencentes à fauna da região, uma das mais abundantes do País. Neles, o artista estampa uma pintura corporal que remete aos rituais mitológicos de sua tribo, num processo artesanal de entalhe, técnica que demanda tempo para a produção minuciosa das esculturas. "Essas peças, que contam a história do nosso povo com funcionalidade, possibilitam que as pessoas conheçam de perto a dimensão biológica e cosmológica da natureza indígena brasileira", diz Paulo.
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Ana Lecticia Mansur
A arte é livre para comunicar sentimentos e emoções, “mas é preciso ter coragem de ir com o coração e criar com aquilo que está dentro de você de verdade”, diz a artista plástica Ana Lecticia Mansur. Ela gosta de desmontar reflexões e recriá-las em obras de arte capazes de transmitir sensações. Seu processo criativo começa com uma reflexão que depois vai tomando forma de um esboço. Com seus traços, a artista quer transportar o observador para dentro de suas obras por meio das formas escondidas, submersas nas cores, e movimentos fluidos e ondulatórios.
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Dhéia Ferrari
Formada em Direito, com mestrado em Direito Criminal pela Universidade Southampton, na Inglaterra, Dhéia Ferrari só se envolveu completamente com a arte em meados dos anos 2000, quando ingressou em vários cursos: desenho, pintura, fotografia, escultura e workshops de cenografia. A ex-delegada deixou a papelada para encontrar a liberdade criativa que já cercava sua família e desenvolveu um olhar minimalista, para as coisas que passam despercebidas, por acaso. Ao brincar com os equipamentos que tinha em casa - uma lente macro e uma 50 mm - acabou descobrindo uma paixão pela temática abstrata.
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Lavalle
O imaginário e a memória, a emoção expressa com vibração, o simbolismo, a figuração com traços da abstração, a mitologia, a psicologia, a sexualidade. Características que marcam o trabalho do artista plástico Luiz Lavalle e são intrínsecas ao Neoexpressionismo, movimento artístico que surgiu na Alemanha no final dos anos 70 e espalhou-se pela Europa e posteriormente Estados Unidos. O Neoexpressionismo buscava resgatar a pintura como meio de expressão retomando certos traços do Expressionismo, do Simbolismo e do Surrealismo...
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Karina Marques
A produção atual de desenhos da artista Karina Marques demonstra a sua relação com a linha, com o traço, bem como com a gravura, ou com o conceito expandido dessa linguagem. Trata-se do registro de gestos rápidos e precisos, em que se percebe o total envolvimento com o fazer enquanto se faz. Nesse sentido dialogam com a caligrafia japonesa – Shodo, escrita oriental que não possibilita a retomada do gesto, pois o traço é sentido: peso e leveza conjugado com o papel. Em alguns momentos o traço dá lugar à linha, lenta e navegante...
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Dhi Ferreira
Dhi Ferreira não pretende expressar-se de forma intelectualista. Ao contrário, busca a comunicação pela emoção, descondicionado de bagagem cultural, filosófica ou ideológica. As figuras que nascem e ganham forma através das mãos do pintor alcançam uma expressividade quase que vital. “O feminino é para mim um universo de ações, emoções, lógicas outras, indecifráveis e distantes. Mãe, amante, amiga, parceira, a mulher é muito mais - e muito além dos papéis que a sociedade lhe requer e, por meio dos quais, publicamente atua".
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Juarês Matter
A liberdade, o gestual, a expressão do movimento. A dinâmica corporal presente no seu universo de skatista. As criações do artista gráfico de skateboard art Jim Phillips. As largas pinceladas gestuais que caracterizam o expressionismo abstrato das obras do americano Roy Lichtenstein. A pop-art e sua cultura de massa. As esculturas penetráveis do venezuelano Jesus Soto. Tudo isso compõe o arsenal de referências do artista visual Juarês Matter em sua trajetória. Seu trabalho é uma escultura que advém de um processo que envolve pintura, recorte...
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Leopoldino de Abreu
O prazer de transformar um bloco de pedra da natureza - simples matéria bruta - numa peça de escultura e, assim, resgatar um pouco da sua essência humana. Isso é o que move Leopoldino de Abreu. Fascinado pela possibilidade de imprimir um caminho e uma linguagem própria para um determinado pedaço de pedra, ao esculpí-la, Leopoldino apalpa o elemento natural de forma sublime e sente, de maneira orgânica, o formato final que aquela peça deve ter. O processo parte de alguns rabiscos conduzidos por um punhado de inspiração e uma dose de sentimentos.
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Guilherme Santos
Inspirado pela diversidade da região onde vive, o tocantinense Guilherme Santos transforma o cerrado brasileiro em arte: esculpe suas peças figurativas utilizando-se principalmente da madeira de buriti, abundante no bioma. De acordo com ele, o jatobá e a bucha vegetal também são elementos naturais fundamentais para enriquecerem suas esculturas. “A reciclagem orgânica é uma maneira de mostrar o quanto é fácil viver em harmonia com o meio ambiente sem agredi-lo”, descreve o artista.
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James Rowland
James Rowland veio de Barcelona para o Brasil com o objetivo de abrir uma empresa de móveis com sua esposa. Mas o destino mostrou as inúmeras possibilidades que ele possuía: ser tanto marceneiro quanto escultor. A riqueza cultural e a beleza da cidade de Paraty (RJ) despertaram sua alma artística. Estar cercado por tanta arte e natureza fez com que James quisesse ir além do que era esperado na marcenaria. As curvas, formas e pedras do seu "quintal" o inspiram a ultrapassar as barreiras técnicas – cortes retos, planos muito cartesianos e objetivos – para encontrar todas as possibilidades que a madeira pode oferecer.
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Lú Franco
É nos mares da dualidade que a artista Lu Franco navega. Com interesse voltado para a exploração de novos ângulos e paradigmas, a artista explora os elementos arquitetônicos que servem como um argumento para recriar paisagens imutáveis, mas, ao mesmo tempo, carregadas de simbologia. Desta maneira, quanto mais simples sua expressão, mais profunda é a impressão que causa. Sua inquietação a fez transitar pelas águas da diversidade de técnicas e temáticas como: natureza-morta, interiores, figura humana, colagem e fotografia com interferência digital.
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Sonia Gouveia
Envolvida na movimentação cotidiana da cidade de São Paulo, a fotógrafa Sonia Gouveia passou a enxergar como o ritmo, as crenças e o foco nos resultados impactam diretamente na saúde física, mental e emocional dos indivíduos. Por isso, ela trabalhou seus interesses e inspirações para capturar imagens que podem estabelecer uma relação com a solitude que cada pessoa carrega dentro de si, enquanto ocupam espaços sociais. Foi durante uma viagem para a Alemanha que as coleções "Plateia Vazia" e "Torres de Observação" nasceram.
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Marcelo Rebelo de Souza
Trabalho silencioso, carregado de subjetividade. Ambiguidade e poesia. Suas pinturas estimulam e permitem que os espectadores expandam suas percepções e leituras. Marcelo Rebelo de Souza, artista visual, iniciou seu percurso em Firenze, Itália, na Escola de Arte Lorenzo Médici, onde teve um grande aprofundamento em suas técnicas e impressões. Articulador de uma arte abstrata e visual, Marcelo sintoniza-se com as correntes criativas do momento. A pintura serve de veículo para a construção de um olhar mais profundo sobre o mundo...
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Daniel Malta
O artista Daniel Malta recria suas vivências em camadas, construindo em cima das frustrações e tristezas uma pintura leve e, de certo modo, "cômica". Suas técnicas também permitem uma interação do mundo externo, pois carregam nelas pedaços dos momentos vividos pelo artista: ingressos de shows, notas fiscais, embalagem de cigarros ou, às vezes, um desenho que ele mesmo produziu. Desenhados e pintados em cores vibrantes, expressados sobre tela ou papelão, as criações do artista sempre contam com títulos que complementam o que ele procura transmitir.
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Malu Brandão
Ao observarmos as pinturas de paisagem da artista Malu Brandão, somos inevitavelmente conduzidos a um passeio pelo universo de George Seurat e Paul Signac, pintores pós-impressionistas precursores do Pontilhismo, que atuaram como ponte para o Expressionismo. Nesta mesma busca por distanciar-se de informações detalhadas em rumo à abstração, Malu entrega-se ao seu inconsciente e cria navegando num jogo de luzes e cores, com pinceladas soltas onde a luz surge em um ambiente desconhecido. Às vezes acentuando as cores complementares para causar impacto...
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Paulo Ricardo
Nascido no interior de Goiás, o artista Paulo Ricardo mudou-se para Florianópolis após sua primeira participação no Circuito Internacional de Arte. Durante sua passagem pela Austrália, China e Tailândia, ele já gostava de produzir pinturas hiper-realistas focadas na figura humana. Inspirado pelo pontilhismo, Paulo batizou seu método de "pixels de ouro". Nele, ao invés de pontinhos, suas figuras são produzidas por milhões de pequenos "quadradinhos" feitos com pasta de metal dourada.
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Worsiley Gouveia
Foi da ânsia de exteriorizar sensações que o pernambucano Worsiley Gouveia fez seu primeiro busto. Nascido em São Gonçalo, Rio de Janeiro, mas residente há mais de 20 anos em Recife (PE), o artista inspirou-se pela cultura, religião e poética nordestina para dar forma às suas esculturas. Segundo ele, deseja transmitir com precisão um olhar, uma expressão ou um sentimento; recriando a partir da argila, cerâmica e barro - técnicas que requerem a queimada em forno artesanal - o realismo de uma fotografia.
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Armando Merege
“Nada existe de permanente a não ser a mudança”, afirmou o filósofo pré-socrático Heráclito. E é nas ondas da mudança que o artista plástico Armando Merege navega com fluidez quando o assunto é a sua produção artística. Um filme, uma leitura, a visita a uma exposição são apenas alguns dos fatores de influência no processo criativo de Merege, no qual a obra acaba se tornando quase que um comentário do que acontece ao seu redor. Como se fossem anotações, o artista cria uma série de signos e imagens provenientes desse seu universo simbólico permeado de...
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Mariana Canet
Apaixonada - e influenciada - pelo Impressionismo, a fotógrafa Mariana Canet instintivamente nos transporta para o jardim de flores em Giverny do pintor francês Claude Monet, considerado o grande mestre dos impressionistas. Suas fotografias da série Reflexos remetem e ressignificam a coleção de pinturas a óleo de nenúfares que foram o foco principal da produção artística de Monet nos últimos trinta anos da sua vida. Muitas dessas obras foram pintadas quando o célebre artista já sofria de catarata nos olhos...
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Glock
O trabalho fotográfico de Neni Glock é onde ele está e como a situação se apresenta. Jornalismo, social, institucional, esporte ou viagens, ele procura fazer tudo com o mesmo interesse. Sua técnica é a fotografia pura, mais original possível, sem manipulações. A cor sempre o seduziu, apesar de admirar muito a fotografia em preto e branco. Seu trabalho visual divide-se em duas vertentes: a fotografia e a imagem em movimento. Contudo, sempre juntas. Quando ingressou no jornalismo televisivo acostumou-se às reportagens...
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