Impressionismo, uma vanguarda que dominou o mundo da arte


Você já ouviu falar que a primeira “impressão” é a que fica? Impressão é o efeito que algo ou alguém exerce no outro, a sensação que aquilo deixa no próximo. A vanguarda artística surgida na França, no final do século XIX, tinha como proposta captar as impressões das coisas e cenas, transpondo-as na obra de arte. Este movimento, que marcou fortemente a história da arte, ficou conhecido como Impressionismo e dele surgiram diversas ramificações.

Como estava a Europa quando o Impressionismo surgiu

O período reunia as características do que ficou conhecido por Belle Époque (Bela Época). Nas últimas décadas do século XIX, a Europa vivia um clima de cultura cosmopolita: intelectualmente rica, exuberante e cheia de inovação nos modos de pensar. A sociedade europeia vivia o fim da Guerra Franco-Prussiana, em 1871. A fase estendeu-se até o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914.

Antes da guerra, a informação sobre os acontecimentos políticos no Oriente não chegava ao Ocidente por falta de canais de comunicação rápidos para isso. Deste modo, no Ocidente a vida era bela, pois os ocidentais tinham apenas a visão parcial de estabilidade. As classes mais ricas beneficiavam-se disso, pois podiam curtir tudo o que um clima pacífico e estável proporciona a quem tem dinheiro: artes, cultura e conhecimento de ponta.

Era, a grosso modo, uma vida fácil, o que não deixou de criar uma separação da sociedade. Para manter este isolamento das classes mais baixas, burgueses e nobres tinham que usar um certo formalismo, ou seja, demonstrar elegância e riqueza como um suporte artificial para impor suas vidas aos outros.

Eis que surge o Impressionismo

O Realismo era outra corrente em voga na época. Porém, este movimento vinha trazer a realidade nua e crua, tal qual esta se mostrava. O Impressionismo vem quebrar esta dureza e convencionalismo. O foco dos impressionistas era captar além da cena real: eles queriam registrar o movimento de luzes e cores e seus efeitos sobre a percepção.

O nome da vanguarda, condizendo com seu objetivo de retratar impressões, vem da obra célebre “Impressão, Sol Nascente” (1873), de Claude Monet, um dos mais famosos artistas do movimento. A obra já explicava em seu nome qual era o seu objeto: a impressão que o sol traz ao nascer.

Impression, Sunrise (1873). Claude Monet. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

O termo surgiu quando o pintor e escritor Louis Leroy fez uma crítica ao quadro. Disse ele:

"Impressão, nascer do Sol – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha”.

Ele usou a expressão para tirar sarro, porém os artistas passaram a adotar o termo, pois achavam que a tendência poderia trazer uma revolução na pintura. E, apesar de demorar um pouco, eles estavam certos!

Em 1874, o trabalho de Monet e outros colegas foram rejeitados pelo Salão Oficial dos Artistas Franceses. Em uma atitude de protesto, eles realizaram uma exposição num estúdio do Boulevard des Capucines e se nomearam a Sociedade Anônima dos Artistas Pintores, Escultores, Gravadores etc. ou Salão dos Recusados.

As artes na vanguarda impressionista

Os artistas, muitas vezes, pintavam ao ar livre e ficavam horas retratando e analisando as mudanças na luminosidade. Eles buscavam ilustrar até mesmo as “ilusões” que as sombras e cores criavam entre si. Estas ilusões eram objeto de estudo para os impressionistas. Os contornos não eram nítidos como no realismo. Manchas ou borrões muitas vezes apareciam compondo uma imagem real.

Monet, assim como outros artistas, chegaram a pintar a mesma paisagem em diversas horas do dia, apenas para trazer as nuances criadas com o jogo de luminosidade. Estes pintores aproveitavam muito bem e valorizavam a luz natural. É o caso da série A Catedral de Rouen, na qual o artista pintou várias telas mostrando a construção em diferentes horas do dia e estações do ano, explorando a mudança de cores e luminosidade.

A arte moderna muito deve ao impressionismo. As obras deste período transmitem harmonia, com o estudo dos contrastes, e também alegria, pois trazem cores e claridade. Por falar em cores, elas são um tema à parte no impressionismo. Neste período deu-se um grande estudo estruturado por diversos grupos de artistas e ramificações do movimento resultando em novos usos das cores, utilizando, inclusive, de conhecimentos científicos.

La Cathédrale de Rouen, 1892-1893 (A Catedral de Rouen). Junção das telas da série de Claude Monet. Montagem feita com imagens para mera ilustração do site Wikiart.org

As cores eram usadas em seus estados primários ou decompostos, porém com técnicas minuciosamente estudadas. Os impressionistas preferiam misturar cores justapondo-as e não as misturando numa paleta. Deste modo, criaram uma técnica que tinha a ilusão de ótica como estratégia. Este método foi base para o Pontilhismo, principal técnica usada no que foi chamado de Pós-impressionismo.

Os artistas que fizeram o Impressionismo acontecer

Como o Impressionismo permeou quase todo o período que compreendeu o que chamamos de Arte Moderna, são contemporâneos a este movimento outros tantos como o Fauvismo, Cubismo e o nascimento do Expressionismo. Por isso é comum que os impressionistas sejam também cubistas, realistas, fauvistas etc.

Vamos conhecer os principais artistas que pintaram obras impressionistas:

Claude Monet

Oscar-Claude Monet foi um pintor francês e um dos principais entre os artistas impressionistas. Tanto é que já comentamos que o termo impressionismo surgiu de um de seus quadros. Gozou de certa fama durante a vida artística, mas foi reconhecido tardiamente como um gênio. Influências orientais e a tendência já impressionista, vinda de Eugène Boudin, o direcionaram para o abandono dos contornos marcados. Monet concentrava-se no efeito da luz sobre cenas vistas ao ar livre como flores, água e catedrais.

Autumn on the Seine at Argenteuil (1873). Claude Monet

 

Haystacks at Giverny (1884). Claude Monet. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

Édouard Manet (1832 – 1883)

O pintor e artista gráfico francês é um dos mais importantes do século XIX e um dos maiores representantes do impressionismo francês, mesmo que muitas de suas obras apresentem fortes tendências realistas.

Seascape at Arcachon (1871). Edouard Manet. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

Edgar Degas (1834 – 1917)

Edgar Hilaire Germain Degas tinha como tema central o ballet. O pintor, escultor e fotógrafo francês tinha a capacidade de registrar as mais belas cenas em visões muito particulares, fosse nos momentos de apresentações das bailarinas, como em situações de bastidores. Foi um dos fundadores do impressionismo.

Dance Class at the Opera (1872). Edgar Degas. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

Pierre-Auguste Renoir (1841 – 1919)

Pierre-Auguste Renoir foi um dos precursores do Impressionismo. A beleza e sensualidade da mulher eram seus temas centrais.

Dance at Moulin de la Galette (1876). Pierre-Auguste Renoir. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

 

Alfred Sisley (1839 – 1899)

Alfred Sisley nasceu na França. De pais britânicos, estudou comércio em Londres para seguir os passos do pai, que atuava como diretor de uma empresa de exportação de flores artificiais. Porém, tornou-se um artista, dada a sua imensa sensibilidade que ele tinha ao mundo natural, cores e luzes. Um impressionista de respeito.

Flood at Port Marly (1876). Alfred Sisley. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

Camille Pissarro (1830 – 1903)

Jacob Abraham Camille Pissarro, pintor francês, foi co-fundador do Impressionismo e o único a participar de todas as oito exposições do grupo.

Avenue de l'Opera, Place du Theatre Francais (1898). Camille Pissarro. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

Henri Matisse (1869 – 1954)

Henri Émile Benoît Matisse – desenhista, escultor e pintor francês – foi relevante em diversos movimentos como o Cubismo, Fauvismo, Expressionismo, Pós-impressionismo e até Orientalismo. Matisse estava em todas!

 

Olive Trees (1898). Henri Matisse. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

Mary Stevenson Cassatt (1843 – 1926)

Mary Stevenson Cassatt, pintora estadunidense, é considerada uma das fortes presenças do Impressionismo na América.

In the Box (1879). Mary Cassatt. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

 

Pós-impressionismo

Os críticos de arte consideraram que o Pós-impressionismo começou próximo a 1885 e deflagrou a transição para o Cubismo, que viria a surgir em 1907. O Pós-impressionismo foi uma tendência nas artes (sobretudo artes plásticas e escultura) que ganhou força na França na transição do século XIX para o século XX.

O termo Pós-impressionismo foi utilizado pela primeira vez pelo crítico de arte britânico Roger Eliot Fry (1866-1934), para designar as obras de Paul Cézanne, Vincent van Gogh e Paul Gauguin expostas na Grafton Galleries, em Londres, no ano de 1910.

Mas foi com Georges Seraut que a nova tendência ganhou forma e técnica com o Pontilhismo.

Suas características puxam a vanguarda que o inspirou – o Impressionismo – ao mesmo tempo em que a confronta. Tudo é muito transitório no mundo das artes e o movimento foi aos poucos se distanciando do Impressionismo ao trazer o lado emocional na reprodução da realidade, ao passo que os impressionistas retratavam mais as aparências, o superficial. Ao fazer isso, traziam luzes e cores ainda mais intensas e, muitas vezes, irreais.

Muitos críticos, em vez de considerar esta uma nova tendência, caracterizaram-na como uma extensão da Escola Impressionista.

Van Gogh

Vincent Van Gogh foi um dos maiores pintores da história da arte e um representante do Impressionismo. Já contamos a história dele aqui. Gostava de pintar ao ar livre e explorar o jogo de luz do dia e da noite. Seus problemas psicológicos levaram-no a realizar diversos tipos de bizarrices, como cortar o lóbulo da própria orelha. O holandês, que viveu e criou a maior parte de sua obra na França, pintou a obra-prima A Noite Estrelada, que bem retrata a proposta do pós-impressionismo: o registro de uma cena real, suas impressões e um certo sentimentalismo, uma particularidade do artista – muitas vezes não real – impressa na figura.

A Noite Estrelada (1889). Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

 

Paul Cézanne (1839 – 1906)

The Card Players (1892). Paul Cézanne. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

Paul Cézanne foi um pintor pós-impressionista francês, cujo trabalho forneceu as bases da transição das concepções do fazer artístico do século XIX para a arte radicalmente inovadora do século XX.

Impressionismo no Brasil

No Brasil, o impressionismo se disseminou nos primeiros anos do século XX, sendo o Eliseu Visconti o pioneiro do estilo por aqui e um dos mais expressivos representantes da Escola.

Entre os artistas brasileiros, os que mais tiveram destaque no estilo impressionista foram:

Eliseu Visconti (1866 – 1944)

Eliseo d'Angelo Visconti – pintor, desenhista e designer ítalo-brasileiro – foi um dos mais importantes artistas brasileiros do período e o mais expressivo representante da pintura impressionista no Brasil.

Moça no Trigal. Eliseu Visconti. Imagem para mera ilustração do site Wikiart.org

Henrique Cavalleiro (1892 – 1975)

Henrique Campos Cavalleiro – pintor, desenhista, caricaturista, ilustrador e professor – teve duas fases em suas criações. No início, foi estimulado pelo Pontilhismo de Seurat. Depois, mergulhou nas tendências inovadoras e foi influenciado por Paul Cézanne, explorando a solidez nos volumes.

O vestido rosa (1921). Henrique Campos Cavalleiro. Imagem para mera ilustração do site http://enciclopedia.itaucultural.org.br

Alfredo Andersen (1860 – 1935)

Alfred Emil Andersen foi um pintor, escultor, decorador, e professor norueguês radicado no Brasil. É considerado o "pai da pintura paranaense”, pois viveu em Paranaguá, cidade na qual pintou cenas dos portos e das estradas de ferro. 

O Impressionismo revolucionou a pintura em vários aspectos: na técnica, no modo de trabalhar do artista e na relação do pintor com o cenário. Até hoje, são muitos artistas que se apoiam no conhecimento desenvolvido nesta fase da história da arte.

Landscape with a Mountain Rage and a Figure (1918). Alfredo Andersen

 


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1 comentário

26/11/2019 18:42

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