Tropicalismo: feito com cores e elementos do Brasil


Umas das eras mais revolucionárias e um dos movimentos mais genuínos da história da arte no Brasil foi o Tropicalismo. Também conhecido por Movimento Tropicalista ou Tropicália, a onda começou na música e atingiu outros âmbitos culturais, como as artes plásticas, o cinema e a poesia.

Como toda vanguarda artística, a tendência já vinha ocorrendo em diversas manifestações, mas tudo ficou ainda mais claro após o III Festival de Música Popular Brasileira (MPB), promovido pela Rede Record de Televisão, no ano de 1967. Caetano Veloso apareceu cantando Alegria, Alegria acompanhado por guitarras elétricas, o que foi um choque, visto que a música popular brasileira estava, até então, relacionada ao violão, numa pegada mais bossa nova.

Sem título. Carlos Vergara. Fonte: http://brasilartesenciclopedias.com.br

 

Tropicalismo transgressor

O lance era mesmo a ruptura com aquela coisa mais elitista, aproximando a música e a cultura dos jovens. A cena artística brasileira, sob influência da onda “pop” que também vinha da arte internacional, logo pegou o jeitão tropical.

Na música, o estilo era inovador por misturar a cultura nacional mais tradicional com inovações estéticas vindas de fora. Misturaram bossa nova com rock, bolero com baião, tudo com pitadas do bom samba brasileiro. As letras eram poéticas e cheias de crítica social. O aspecto político era forte e as mensagens eram usadas como arma já no fim de um longo período de ditadura. Porém, os tropicalistas não tinham a pretensão de elaborar “música de protesto”. Para eles, a estética diferentona já trazia o tom revolucionário.

Não se importavam com as críticas sobre o uso de estrangeirismos, como a influência das guitarras elétricas americanas, usadas no Pop Rock. No caso das artes plásticas, por exemplo, a maior influência vem da pop art americana. Vamos falar disto a seguir.

 

Os tropicalistas na música, teatro e cinema

A música tropicalista foi trazida pelos baianos como Caetano, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia. Os Mutantes foi a banda mais proeminente do período. Outros cantores, de variadas regiões do Brasil, também trouxeram contribuições: Torquato Neto, Tom Zé, Jorge Mautner, Jorge Ben e Rogério Duprat.

Capa do álbum 'Tropicália ou Panis et Circensis' (1968). Os Mutantes. Foto: Reprodução / Internet

No teatro, marcaram a vanguarda as peças “O rei da vela” (Oswald de Andrade) e “Roda Viva” (Chico Buarque). No cinema, destacou-se o clássico “Terra em Transe” (Glauber Rocha).

O termo explodiu e passou a ser usado em toda a mídia. O Tropicalismo trouxe um ponto comum às diversas vanguardas artísticas radicais que despontavam. O estilo promoveu a transgressão em vários aspectos da sociedade. Além da parte artística e cultural, as mudanças impactaram o comportamento, a ideologia e a estética de toda uma sociedade. O movimento era amado e odiado. Era a contracultura ou repudiado pela mesma contracultura.

Um episódio nada agradável, que demonstra o “ódio” ao movimento, foi no Festival Internacional da Canção, um ano após o Festival de Música Brasileira, que apresentou o Tropicalismo ao Brasil. Caetano apresentou junto com Os Mutantes “É Proibido Proibir” e a plateia não apenas vaiou, como jogou tomates e ovos no palco. Revoltado, o cantor gritava: “Vocês não estão entendendo nada, nada, nada, absolutamente nada (...) que juventude é essa? Vocês são iguais sabem a quem? (...) Àqueles que foram na Roda Viva e espancaram os atores! Vocês não diferem em nada deles, vocês não diferem em nada. E por falar nisso, viva Cacilda Becker!”.

 

As artes plásticas tropicalistas

O uso de elementos bem brasileiros marca as artes plásticas tropicalistas. Além disso, a impressão de emoção e a simplicidade no passar da mensagem demonstram o esforço dos artistas da época em popularizar as obras. Os padrões estéticos romperam com os costumes de utilizar o que vinha dos grandes centros da arte mundiais, como a Europa.

A ideologia era implícita e a crítica social, natural, ao retratar uma dura realidade socioeconômica, porém bela, do ponto de vista da natureza e da cultura. O movimento trouxe inovação e novos padrões estéticos, dando o tom às gerações seguintes.

A interação com as obras era incentivada, como no caso da obra que deu nome ao movimento, Tropicália.

 

Tropicalismo pictórico

A Bela Lindoneia, Rubens Gerchman. Fonte: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra4798/a-bela-lindoneia>. Acesso em: 03 de Jul. 2019. Verbete da Enciclopédia.

No estilo pictórico, o Tropicalismo traz as referências da pop art norte-americana com cores “psicodélicas”. Contudo, com a forte presença de elementos brasileiros, o verde e amarelo eram presentes, além de ícones nacionais como a banana, o papagaio, a arara, o samba, figuras cariocas etc.

Em alguns momentos, esta tendência retoma as obras da década de 20, lembrando o Antropofagismo de Tarsila e Oswald de Andrade. Define Hélio Oiticica:

“Tropicália é a primeiríssima tentativa consciente, objetiva, de impor uma imagem obviamente brasileira ao contexto atual da vanguarda e das manifestações em geral da arte nacional. Tudo começou com a formulação do Parangolé, em 1964, com toda a minha experiência com o samba, com a descoberta dos morros, da arquitetura orgânica das favelas cariocas (e conseqüentemente outras, como as palafitas do Amazonas) e principalmente das construções espontâneas, anônimas nos grandes centros urbanos – a arte das ruas, das coisas inacabadas, dos terrenos baldios, etc."

As criações tropicalistas utilizavam elementos típicos da cultura popular para criar obras de arte revolucionárias, cujas cores, alegrias e rebeldia davam o tom de contrariedade à ordem do regime militar.

 

Parangolés, experimentos e seus criadores

Hélio Oiticica é um dos mais citados artistas plásticos tropicalistas, até devido ao fato de sua obra “Tropicália” ter sido a inspiração de batismo do movimento.

A obra imersiva foi exposta pela primeira vez em 1967, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, durante a exposição Nova Objetividade Brasileira.

Tropicália convida os apreciadores a penetrar um labirinto que expõe símbolos bem brasileiro como a areia das praias, plantas tropicais, um aparelho de TV e capas chamadas “Parangolé”. Os parangolés são um tipo de obra de arte inventada por Hélio que podia ser usada como roupa. Os objetos aqui são os chamados “Bólides”, estruturas e caixas que contêm outros objetos em seu interior. Neste tipo de obra, o projeto é pensado dentro de uma concepção sensorial. O corpo do espectador faz parte da obra.

Parangolé. Foto: Reprodução / Internet

O cenário lembra uma pequena chácara e o andante teria a impressão de caminhar pela favela, pelas “quebradas” do morro. A crítica social da obra está nas sutilezas e nas impressões. Queria mostrar como era a vida de um povo que só tinha um modelo autoritário a seu alcance, vivendo na pobreza.

Tropicália, Penetrables (1966). Hélio Oiticica

O artista, concretista e experimental, escancara sua crítica política ao retratar seu amigo Manoel Moreira, cujo apelido era “Cara de Cavalo”, morto pela polícia em 1964. Ele produziu o tributo com o poema-bandeira "Seja marginal, seja herói".

Seja Marginal, Seja Herói (1968). Hélio Oiticica

Rubens Gerchman é uma referência na adoção das colagens e silkscreen da pop art americana. Em sua obra “Futebol” (1967-1973) utiliza grama plástica e camisetinhas silk.

Futebol (1967-1973). Rubens Gerchman. Fonte: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra9606/futebol-linguagem-torneio-inicio. Acesso em: 02 de Jul. 2019. Verbete da Enciclopédia.

A crítica política também foi forte em sua obra. Ele utilizava desenhos simples e cores alegres para denunciar o período de repressão pelo qual a sociedade brasileira estava passando.

É Proibido Dobrar à Esquerda. Fonte: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra33636/e-proibido-dobrar-a-esquerda. Acesso em: 02 de Jul. 2019. Verbete da Enciclopédia.

Claudio Tozzi trabalhou temas políticas e urbanos, agregando técnicas diferentes como a serigrafia. Como todo crítico político, é odiado por alguns. Um de seus painéis políticos, Guevara Vivo ou Morto, foi destruído por radicais de extrema direita em 1967. A obra traz grandes referências da pop art.

GUEVARA, Vivo ou Morto. Fonte: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra5078/guevara-vivo-ou-morto.. Acesso em: 02 de Jul. 2019. Verbete da Enciclopédia.

Carlos Vergara, além de artista plástico, é cenógrafo e fotógrafo. Passa a dedicar-se a temas brasileiros e entra na onda pop, produzindo exemplares bem tropicalistas.

Sem título (1967). Carlos Vergara. Fonte: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra8475/sem-titulo. Acesso em: 02 de Jul. 2019. Verbete da Enciclopédia.

 

Influências do Tropicalismo

A vanguarda, conforme já dissemos, reuniu características de diversas origens, pois o contexto criativo da época era rico e o mundo já estava se comunicando mais. Suas influências foram a Antropofagia, a pop arte americana e o Concretismo brasileiro. Leia mais sobre cada um deles em nossos artigos.

Da Antropofagia, a Tropicália “rouba” a identidade brasileira e o olhar interno ao país. É da época a frase "Tupy or not Tupy, that is the question". Da pop arte vem as cores, o tom irreverente e a popularização da arte, utilizando objetos e elementos comuns para criar obras únicas. Já do Concretismo vem a geometria, a racionalidade e a valorização da forma.

Amada e odiada na época, a Tropicália reinventou, revolucionou e marcou para sempre a história da arte brasileira.


autentik gift: adquira uma obra de arte de um de nossos artistas ou presenteie alguém especial!


Você também pode se interessar em ler

As fantasias surreais do Surrealismo

LER MAIS

4 artistas que fizeram história no Sul do Brasil

LER MAIS

Salvador Dalí em "ereção intelectual"

LER MAIS


inspire-se em nossos artistas





0 comentários

obras de nossos artistas à venda, relacionadas a temas, inspirações, estilos ou conteúdo desta matéria Tropicalismo

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00

Dhi Ferreira

Luz no mundo

100,00 x 100,00 x 0,10 cm
Acrílica sobre tela

USD 1.825,00

Alexandro Auler

Dark side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00

Elizabeth Titton

Árvore do bosque verde claro - Escultura

35,00 x 15,00 x 15,00 cm
Aço cortado a laser policromado em epoxy verde claro

USD 260,00

Alexandro Auler

Dark side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 995,00

Leila Pugnaloni

Casinha Jandira

30,00 x 40,00 x 0,10 cm
Reprodução digitalizada impressa em papel couché L2 matte, 300g. Tiragem: 10 cópias impressas, assinadas, numeradas e datadas em 2018.

USD 260,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00

Dhi Ferreira

Série Superagui

105,00 x 130,00 x 4,00 cm
Óleo sobre tela

USD 2.105,00

Elizabeth Titton

Árvore do bosque verde escuro - Escultura

20,00 x 10,00 x 10,00 cm
Aço cortado a laser policromado em epoxy verde

USD 280,00

Elizabeth Titton

Árvore maravilha - Escultura

35,00 x 15,00 x 15,00 cm
Aço cortado a laser oxidado com 64 flores de bronze fundido. Tiragem: 100 unidades numeradas e assinadas.

USD 490,00

Alexandro Auler

Dark side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 995,00

Leila Pugnaloni

Pinhal Iluminado

57,00 x 77,00 x 0,10 cm
Desenho original executado em papel Moulin Du Roy

USD 1.440,00

Leila Pugnaloni

Coração no chão

40,00 x 30,00 x 0,10 cm
Reprodução digitalizada impressa em papel couché L2 matte, 300g. Tiragem: 10 cópias impressas, assinadas, numeradas e datadas em 2018.

USD 260,00

Dhi Ferreira

Série Mulher e Flor

100,00 x 150,00 x 0,10 cm
Óleo sobre tela

USD 1.955,00

Elizabeth Titton

Árvore das conchas - Escultura

50,00 x 23,00 x 23,00 cm
Aço cortado a laser policromado em epoxy cinza e verde

USD 505,00

Dhi Ferreira

Série Superagui

150,00 x 160,00 x 0,10 cm
Acrílica sobre tela

USD 1.970,00

Elizabeth Titton

Árvore das nuvens - Escultura

35,00 x 20,00 x 20,00 cm
Aço oxidado cortado a laser

USD 325,00

Dhi Ferreira

Série Superagui

150,00 x 100,00 x 0,10 cm
Acrílica sobre tela

USD 1.540,00

Leila Pugnaloni

Janelas

36,00 x 50,00 x 0,10 cm
Desenho original executado em nanquim e aquarela sobre papel Fabriano

USD 955,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00

Leila Pugnaloni

Jardim

36,00 x 50,00 x 0,10 cm
Desenho original executado em nanquim e aquarela sobre papel Fabriano

USD 955,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 995,00

Dhi Ferreira

Série Sensações

95,00 x 75,00 x 0,10 cm
Óleo sobre tela

USD 1.820,00

Elizabeth Titton

Árvore dos passarinhos - Escultura

35,00 x 20,00 x 20,00 cm
Aço oxidado cortado a laser

USD 495,00

Alexandro Auler

Dark side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00

Elizabeth Titton

Árvore das folhas - Escultura

35,00 x 20,00 x 20,00 cm
Aço oxidado cortado a laser

USD 325,00

Dhi Ferreira

Série Superagui

100,00 x 100,00 x 0,10 cm
Óleo sobre tela

USD 1.840,00

Leila Pugnaloni

Fantasia

29,00 x 21,00 x 0,10 cm
Desenho original executado em nanquim sobre papel

USD 730,00

Dhi Ferreira

Série Superagui

130,00 x 130,00 x 0,10 cm
Óleo sobre tela

USD 1.690,00

Leila Pugnaloni

Desconectados

29,00 x 21,00 x 0,10 cm
Desenho original executado em nanquim e aquarela sobre papel Fabriano

USD 730,00

Leila Pugnaloni

Na mira

29,00 x 21,00 x 0,10 cm
Desenho original executado em nanquim sobre papel

USD 730,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00

Elizabeth Titton

Árvore dos laços - Escultura

30,00 x 19,00 x 19,00 cm
Aço cortado a laser policromado em epoxy rosa

USD 360,00

Elizabeth Titton

Árvore do bosque oxidado - Escultura

35,00 x 15,00 x 15,00 cm
Aço cortado a laser oxidada. Tiragem: 100

USD 395,00

Leila Pugnaloni

Geopaysage

30,00 x 40,00 x 0,10 cm
Reprodução digitalizada impressa em papel couché L2 matte, 300g. Tiragem: 10 cópias impressas, assinadas, numeradas e datadas em 2018.

USD 260,00

Dhi Ferreira

Sem título

110,00 x 170,00 x 0,10 cm
Acrílica sobre tela

USD 1.800,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 995,00

Dhi Ferreira

Sem título

82,00 x 154,00 x 4,00 cm
Óleo sobre tela

USD 1.875,00

Elizabeth Titton

Trevo - Escultura

70,00 x 33,00 x 22,00 cm
Bronze fundido com base em granito

USD 11.410,00

Elizabeth Titton

Árvore das gralhas - Escultura

35,00 x 20,00 x 20,00 cm
Aço cortado a laser policromado em epoxy azul

USD 495,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 995,00

Leila Pugnaloni

Calma

57,00 x 77,00 x 0,10 cm
Desenho original executado em papel Moulin Du Roy

USD 1.440,00

Alexandro Auler

Dark side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00

Dhi Ferreira

Série Superagui

114,00 x 175,00 x 0,10 cm
Acrílica sobre tela

USD 2.110,00

Dhi Ferreira

Série Superagui

90,00 x 180,00 x 0,10 cm
Óleo sobre tela

USD 1.925,00

Leila Pugnaloni

Street

40,00 x 30,00 x 0,10 cm
Reprodução digitalizada impressa em papel couché L2 matte, 300g. Tiragem: 10 cópias impressas, assinadas, numeradas e datadas em 2018.

USD 260,00

Dhi Ferreira

Série Mulher e Flor

80,00 x 80,00 x 0,10 cm
Óleo sobre tela

USD 1.785,00

Leila Pugnaloni

Paisagem com pinhais

30,00 x 40,00 x 0,10 cm
Reprodução digitalizada impressa em papel couché L2 matte, 300g. Tiragem: 10 cópias impressas, assinadas, numeradas e datadas em 2018.

USD 260,00

Leila Pugnaloni

Cidade de Pinhal

57,00 x 77,00 x 0,10 cm
Desenho original executado em papel Moulin Du Roy

USD 1.440,00

Alexandro Auler

Dark side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 995,00

Elizabeth Titton

Painel flores de alumínio

100,00 x 78,00 x 50,00 cm
Alumínio fundido

USD 11.530,00

Elizabeth Titton

Árvore do bosque verde médio - Escultura

35,00 x 15,00 x 15,00 cm
Aço cortado a laser policromado em epoxy verde médio

USD 260,00

Elizabeth Titton

Folha vermelha - Escultura

35,60 x 13,90 x 8,40 cm
Aço cortado a laser policromado em epoxy verde médio

USD 270,00

Elizabeth Titton

Árvore das frutas verde - Escultura

30,00 x 10,00 x 10,00 cm
Aço cortado a laser policromada em verde com seis frutinhas vermelhas. Tiragem: 100 unidades numeradas e assinadas.

USD 425,00

Alexandro Auler

The Dark Side of the Sun

80,00 x 120,00 x 0,10 cm
Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

USD 1.110,00