Bem-vindo ao portfólio de Alexandro Auler

clique para ver mais obras

The Dark Side of the Sun

Alexandro Auler - 2014

Fotografia digital com impressão em papel Hanhemuhle Photo Rag

80,00 cm altura x 120,00 cm largura x 0,10 cm profundidade

R$ 4.890,00

0
COMPRAR ESTA OBRA

O valor que você vê é o que você paga: o frete já está incluso no preço da obra informado acima.

Você receberá esta obra enrolada em um tubo resistente, devidamente protegida.

Garantia de 7 dias para devolução do seu dinheiro

Prazo de entrega: 14 a 20 dias úteis para qualquer estado brasileiro

A obra de arte sairá do ateliê do artista no Brasil diretamente para a sua casa

Código do produto: 14264

clique nas setas e veja mais obras


QUERO LER MAIS SOBRE O ARTISTA, MOTIVAÇÕES E TRAJETÓRIA PARA ESTABELECER REFERÊNCIAS

QUERO ACESSAR DIRETO MAIS OBRAS DESTE ARTISTA E FAZER A MINHA ESCOLHA :)

O ARTISTA

Alexandro Auler


A fotografia é uma forma de chamar atenção para fatos e momentos que passam despercebidos na correria do cotidiano.

A Rocinha é a maior favela do Brasil. Surgida em 1930, fornecia frutas e legumes para feiras de livre comércio na zona sul do Rio de Janeiro. A comunidade de aproximadamente 130 mil habitantes, formada principalmente por migrantes de outros estados do Brasil, está inserida entre os bairros da Gávea e São Conrado, consideradas duas das áreas mais nobres da cidade e com o custo de vida entre os mais altos do país.

Violência e tiroteios fazem parte da rotina da comunidade. A praia de São Conrado serve de ponto de chegada para quem salta de asa delta ou paraglider da rampa da Pedra Bonita. Sua orla é cercada de prédios de alto padrão, hotéis e um clube de golfe. É uma bela praia, mas embora nem sempre tenha sido apropriada para banho por causa do esgoto despejado no mar, é extremamente democrática. Seus frequentadores vêm da Favela da Rocinha, que fica próxima ao local, tanto quanto dos condomínios residenciais de alto luxo que cercam a praia. 

É em meio a este cenário pleno de contrastes sociais que o fotógrafo Alexandro Abbadie Auler encontra a matéria prima essencial da sua criação. A série fotográfica The Dark Side of the Sun tem a areia e o mar da praia de São Conrado como palco dos personagens que imprimem vida e movimento às suas imagens. Está nos banhistas o ponto central da sua lente, o que faz com que as conhecidas e típicas paisagens cariocas ganhem um novo enfoque. Para o processo de criação de suas fotografias, Auler parece concordar com Pablo Picasso: “há apenas uma maneira de ver as coisas, até que alguém nos mostre como olhar para elas com olhos diferentes”.

Apesar da poesia presente nas imagens da série de praia, as referências do fotojornalista Alexandro Auler são definitivamente documentais. Ele cita nomes como o fotógrafo humanista português radicado no Brasil, Juca Martins, que registrou as quatro últimas décadas da história brasileira; o fotojornalista galês Philip Jones Griffiths, conhecido por sua cobertura da Guerra do Vietnã; e o célebre fotógrafo húngaro de guerra Robert Capa, que cobriu os mais importantes conflitos da primeira metade do século XX. Em algum nível inspirado por estas influências, no ano de 2015 Auler viajou durante três meses pela Turquia, Síria e Iraque, onde fotografou a resistência de homens e mulheres soldados curdos. Esta experiência deu origem a um documentário.

É em meio a um cenário pleno de contrastes sociais, como a favela da Rocinha, que o fotojornalista encontra a matéria prima essencial da sua criação.

O fotojornalista permaneceu por um mês em Kobane, cidade curdo-síria na fronteira com a Turquia, para registrar a situação desses soldados que arriscam suas vidas lutando contra o Estado Islâmico para proteger suas casas e reerguer a cidade. A produção mostra algumas curiosidades, como os funerais, e a celebração do Newroz, o chamado Ano Novo Curdo. O documentário reúne também depoimentos e entrevistas com soldadas que rejeitaram as imposições culturais machistas e lutam pelo seu território na mesma posição dos homens. É uma história de resistência e esperança. Premiado, o documentário foi reconhecido duas vezes nos Estados Unidos, durante o Hollywood International Independent Documentary Awards. O filme também venceu o Los Angeles Cine Fest como Melhor Filme na votação do júri e do público, ganhou o prêmio Golden Cine Awards do Headline International Film Festival e o Top Indie Film Awards como melhor documentário e melhor edição.

Alexandro Abbadie Auler nasceu na cidade de Alegrete no ano de 1976, no estado do Rio Grande do Sul, região do pampa gaúcho entre as fronteiras do Uruguai e Argentina. Começou a fotografar profissionalmente no ano de 1996 como estagiário do jornal carioca O Dia. De 2001 a 2010 morou na cidade do Recife, onde trabalhou como repórter fotográfico do Jornal do Comércio de Recife. Nesse período teve a sua série de fotografias "Bandidolândia", sobre uma rebelião de detentos do presídio Aníbal Bruno, finalista da Seleção Oficial do Prêmio Nuevo Periodismo de Jornalismo, promovido pela fundação Gabriel Garcia Marques.

Após a cobertura do resgate dos corpos das vítimas do acidente com o vôo 447, da Air France, no arquipélago de Fernando de Noronha, passou a trabalhar como stringer da agência Getty Images Latin America. Pela Getty participou da cobertura da final da taça Libertadores da América na cidade de Porto Alegre, do Desafio das Américas no estádio "La Bombonera", em 2012 na cidade de Buenos Aires. Também cobriu o desfile das escolas de samba do grupo especial na Marques de Sapucaí de 2010 a 2014 e do festival "Rock in Rio 2011", entre outras inúmeras coberturas jornalísticas. A partir do ano de 2011, trabalhou como freelancer para os jornais Lance e Extra, do grupo Infoglobo, na cidade do Rio de Janeiro.

Nos anos de 2014 e 2015, passou duas temporadas na Itália, onde fotografou protestos promovidos por entidades de classe  italianas contra o plano de governo "JOBACT", do primeiro ministro Matteo Renzi, nas cidades de Roma, Milão, Napoli e Bolonha. Já em 2015 esteve na Ucrânia, fotografando os rebeldes pro Rússia nas cidades de Donetsk, Slaviansk e Kramatorsk. Desde 2016 trabalha como fotógrafo e cinegrafista freelancer e desenvolve trabalhos na área da fotografia documental e vídeo com DSLR. Também ministra workshops de fotografia documental, visual storytelling e fotografia com smartphones. Ao longo dos anos o fotojornalista teve suas imagens publicadas nos jornais O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, O Globo, The Guardian, e nas revistas Veja, Época, Vanity Fair e Paris Match. Pragmático, Auler acredita que “a fotografia é uma forma de chamar atenção para fatos e momentos que passam despercebidos na correria do cotidiano”.



AINDA TEM DÚVIDAS? ESTAMOS AQUI PARA TE OUVIR!



autentik gift: adquira uma obra de arte de um de nossos artistas ou presenteie alguém especial!


obras de Alexandro Auler



Selecionamos os melhores artistas brasileiros, ou alocados aqui, para você. Sua obra de arte chegará em perfeito estado no país onde você estiver.
Somos pioneiros em prover uma experiência cultural completa: além de curadoria de artes, oferecemos também uma curadoria exclusiva de conteúdo e educação com relação aos artistas que representamos.
Ao comprar conosco, você contribuirá para que o artista receba mais pela sua própria obra. Você também receberá um Certificado de Autenticidade assinado por ele.
Garantimos a troca ou devolução da sua compra. Todas as suas informações pessoais estarão protegidas e os pagamentos serão realizados via cartões de crédito ou PayPal, empresas financeiras reconhecidas por sua idoneidade. Parcelamos em até 6x sem juros!
leia mais

Você também pode se interessar em ler

Salvador Dalí em "ereção intelectual"

LER MAIS

Barroco: o grotesco como resultado da tensa transição da reforma da igreja

LER MAIS

O Pontilhismo de Seraut e Signac

LER MAIS

obras de

Alexandro Auler