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Irmãs

Juliano Volpato - 2020

Escultura - entalhe em madeira de reúso (garapeira)

63,50 cm altura x 29,50 cm largura x 14,00 cm profundidade

R$ 14.005,00

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O ARTISTA

Juliano Volpato


A madeira é um material belo, vivo, com o qual sempre me identifiquei. Suas diferentes espécies apresentam diferentes durezas, o que altera a elaboração das formas e proporciona, assim, resultados sempre diversos

Um dos aspectos mais fascinantes da escultura é sua capacidade de reunir inúmeras imagens na metamorfose de seus contornos, somatória de seus volumes e interação de cada uma dessas formas com a luz. Diante da escultura, o espectador se aproxima da sua própria criatividade, e essa relação que se constrói entre o observador e a obra de arte é o que mais cativa Juliano Volpato no universo escultórico.

Brasileiro, natural de São Paulo, o artista tem 36 anos de idade. Escultor amador desde a adolescência, tomou suas primeiras aulas de modelagem com sua tia e artista plástica Marta De Nadai, e destacou-se, ainda no ensino médio, na modalidade escultura participando de eventos estudantis.

“Tenho ainda muito viva a memória, de quando era menino, de meu espanto ao me deparar com a grandeza do garoto segurando a águia na obra ‘Primeira vitória de Aníbal’, de Antoine Bourdelle (1885), na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Hoje sei que foi uma impressão decisiva.”

Tendo se afastado da prática escultórica por um tempo, graduou-se em geologia pela Universidade Estadual de Campinas, onde também concluiu um mestrado em geoquímica ambiental. Durante os anos de estudo, residiu em Londres, Segóvia, Salamanca e Florença, cidade que considera determinante para a redefinição de sua trajetória de volta à escultura. Aprendeu a técnica do entalhe em madeira sob a orientação de Carlos Calsavara e hoje dedica-se exclusivamente ao ofício de escultor.

Por sua disponibilidade e sustentabilidade, Juliano utiliza a madeira de reuso, proveniente de demolição e poda urbana, trabalhando-a com ferramentas manuais na produção de peças únicas, esculpidas a partir de blocos inteiros, almejando alta durabilidade

Seu trabalho é essencialmente figurativo, marcado pelo jogo entre mimese e distorção. O humano e tudo que lhe é relativo estão especialmente presentes em suas obras: a intersecção do corpo com a paisagem, o equilíbrio, a criação e a criatividade, a música e a dança, a crença, os símbolos, a infância e construções do masculino e do feminino figuram entre seus temas prediletos. A simplicidade nas representações desses elementos é um fator sempre levado em consideração pelo artista.

Os interesses estéticos de Juliano distribuem por um amplo espectro, indo do antigo ao moderno, do ocidente ao oriente. Ele diz se valer de uma somatória de estilos, pois a fusão estilística lhe parece mais enriquecedora, ainda que os escultores e pintores modernistas exerçam particular influência em suas obras.

“Com educação formal em outra área do conhecimento, minha incursão na arte se deu primordialmente pelo contato com artistas de minha família, bem como por minha curiosidade e leituras. Além disso, considero os museus e seus acervos uma grande escola", diz. Segundo ele, os museus proporcionam repertório e "vocabulário" para um artista trabalhar, apresentando o legado humano em um movimento contínuo. "Nos museus conheci muitos daqueles que se tornaram importantes referências para mim", complementa.

Dentre os artistas que mais o influenciaram, ele cita os ingleses Barbara Hepworth e Henry Moore; as brasileiríssimas Tarsila do Amaral e Maria Martins; junto também de Victor Brecheret, Candido Portinari, Di Cavalcanti e Francisco Brennand; o nipo-americano Isamu Noguchi, os gigantes Michelangelo Buonaroti e Pablo Picasso; e o contemporâneo Tony Cragg.

Na execução dos trabalhos há o cuidado em adequar as formas desejadas às características do material utilizado, sempre em benefício da obra. Para Juliano, essas particularidades, quando incorporadas, obrigam o reequilíbrio das formas por caminhos inesperados que enriquecem a composição. Atualmente, o artista tem privilegiado sobretudo a madeira. “É um material belo, vivo, com o qual sempre me identifiquei. Suas diferentes espécies apresentam diferentes durezas, o que altera a elaboração das formas e proporciona, assim, resultados sempre diversos”. Por sua disponibilidade e sustentabilidade, o artista utiliza a madeira de reuso, proveniente de demolição e poda urbana, trabalhando-a com ferramentas manuais na produção de peças únicas, esculpidas a partir de blocos inteiros, almejando alta durabilidade e acabamento fino.



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